Citação tirada da Declaração de Bens de Marcelo Motta, provando que nem William Barden nem Daniel Ben Stone são, legalmente, Supervisores Gerais, como conseqüência da diretiva de que houvesse uma votação:

"Declaro, além disto, que deleguei poder a estes três para que nomeassem meu Sucessor ou Seguidor como Supervisor Geral da Society Ordo Templi Orientis, e Cabeça Externa ou Frater (ou Soror) Superior da O.T.O.; mas que, também nesta nomeação, o voto deles seja unânime, ou meu Sucessor ou Seguidor não pode ser eleito, e a administração desta escritura permanecerá respectivamente nas mãos dos três, até que eles possam apresentar um acordo quanto à Sucessão."

Cláudia Canuto de Menezes oficialmente se separou da Declaração de Bens, tornando legalmente impossível que esta Declaração de Motta fosse levada a efeito de acordo com as instruções. Temos agora os outros dois responsáveis, Daniel Ben Stone e William Robert Barden. Quando Cláudia se separou do Triunvirato, W.Barden acusou D.Stone de roubar o túmulo de Motta, e D.Stone acusou W.Barden de estar louco, aos olhos de seu Superior na época de sua morte. Eles seguiram caminhos separados. Isto significa que eu, depois de anos de dedicação e serviço, tive que tomar uma decisão a respeito deles. Quer dizer, eu precisava decidir entre Daniel Ben Stone, que não tinha Carta Patente, não tinha experiência na O.T.O. e estava sob suspeita de roubar o túmulo de meu próprio Superior - ou William Barden, que fora considerado por meu Superior como sendo insano, e a quem não foi permitido ser Probacionista, como conseqüência de alguns sérios problemas com masturbação. Tentei me corresponder com William Barden, e encontrei paranóia, delírio e falsas acusações. Minha conclusão agora, anos mais tarde, continua basicamente a mesma. Tomei o caminho certo nao aceitando nenhum deles. Legalmente, eu não tinha qualquer obrigação para com eles, já que não houvera votação, e que aceitar qualquer um deles seria me colocar no nível de escravidão. Aqui estou eu, quinze anos mais tarde, ainda tão leal, dedicado e zeloso à Grande Obra quanto antes. Não me arrependo de minha decisão de continuar em frente com meu próprio movimento.

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